São José do Rio Pardo, ,

10/Abr/2021 - 20:15:02

Bate Bola, 10 de Abril de 2021

Redação




Em rápida pesquisa na internet, são encontrados vários garotos da região que antes da pandemia estavam conquistando chances nas categorias de base de clubes profissionais. Consultando nesta semana o site da Federação Paulista de Futebol (FPF), muitos estão sem vínculo com times, enquanto outros seguem registrados e com contratos vigentes. São adolescentes procurando espaço e sonhando com o estrelato. Nesta edição, alguns deles...e na próxima semana outros!

 

O cacondense João Vitor Orrico Cantarelli, atacante hoje com 20 anos, jogou o Paulista Sub-20 pela Linense em 2019 (este campeonato não foi realizado pela FPF em 2020 em virtude da pandemia) e neste clube de Lins atuou no certame estadual Sub-17 do ano anterior. Já em 2016 defendeu o Amparo no campeonato paulista Sub-15. 

 

Também com atuais 20 anos e sem vínculo com clube de acordo com site da FPF, o meia Riquelme Calori Oliveira é natural de Igaraí e jogou pelo Sub-20 do São Carlos em 2019, mesmo ano que igualmente atuou pelo clube são-carlense no campeonato paulista da Série A-3 (terceira divisão de profissionais).  

 

O rio-pardense Marco Antônio Marsulo Júnior (foto) continua integrado no Sub-20 do Cruzeiro. Nesta semana este meia ofensivo completou 19 anos. Em 2019 jogou o campeonato catarinense Sub-17 pelo Figueirense, com passagens anteriores pelo Juventus e no São Paulo FC em 2015. ? neto do ex-ponteiro Ali Carolino, atleta do futebol paranaense na década de 1970.

(FOTO)

 

Aloísio Felipe Mattar, o "Mulato"


Nascido em São José do Rio Pardo em 18 de agosto de 1945, Aloísio Felipe Mattar atualmente está no Hospital Universitário da USP, em São Paulo, enfrentando momentos difíceis em função de complicações de enfermidades. Mulato (foto), como é mais conhecido, é filho de Felipe e irmão de Acácio, ambos já falecidos. Mulato há décadas fixou residência em Osasco/SP: é casado com Maria de Lourdes Miciato Mattar, com quatro filhos: Michela, Magna, Milene e Mateus. Sempre centroavante, começou a jogar futebol nas equipes menores do Rio Pardo FC, Associação Atlética Riopardense (AAR) e Vasco FC, além de vários times amadores da cidade e região. Em 1962 atuou pelo Palmeiras de São João da Boa Vista e dois anos depois jogou profissionalmente pela Portuguesa de Desportos, onde permaneceu por uma temporada. Em seguida teve passagens por três anos pelo Bragantino, Sport Recife onde foi vice-campeão pernambucano, América de Rio Preto e Paulista de Jundiaí. Em 1970, o Bragantino (dono do seu passe) acertou sua transferência para um clube da Bélgica, mas o time belga não efetuou o pagamento da transação. Frustrado com o futebol profissional, retornou ao interior paulista atuando em Santa Rita do Passa Quatro (onde conheceu esposa) e Pirassununga. Até nos dias atuais, Mulato é destacado entre os melhores jogadores de futebol que São José do Rio Pardo possuiu em sua história. "Tive o prazer de jogar ao lado dele, de fato um craque. Também foi meu técnico na AAR em 1987", destacou em redes sociais o médico e futebolista Eliezer Gusmão.    


O ataque da Portuguesa de Desportos em 1965: Almir, Ivair, Mulato, Nair e Márcio

 


Grande selecionado rio-pardense na década de 1970 em amistoso festivo de fim de ano no estádio Moacyr de Ávila Ribeiro, na AAR: Carmelito, Capelo, Rondinelli, Armando Favoreto, Edson Boaro, Carlão e Fernando Flamínio. Agachados, também da esquerda para a direita: Valtinho, Biquinha, Mulato, Souza e Ali Carolino


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