São José do Rio Pardo, ,

03/Jul/2021 - 21:06:25

Memória da Cidade, 03 de Julho de 2021

Redação





M?SICOS ?? Nos anos 1930, o Jazz Band Ao Ponto animava bailes e reuniões do clube Ao Ponto, que ocupava o espaço do, hoje, banco Santander. Da esquerda para a direita: Henrique Giulianni (Juliani), Leoni Mazzarelli, Cafelândia com o sax, Caiubi Jordão, Paschoal Innarelli (Tito) e Pedro Paias. Na bateria, Geraldo Trevisan.

 

CONTAS E MAIS CONTAS


?? Em 1989, na Prefeitura, Sebastião João (Zarra) e o vereador Ilson Antoniali seguram pilha de contas a pagar deixadas pela administração municipal que acabava de concluir o mandato.


Naquele ano assumiu a cadeira de prefeito, pela segunda vez, Richard Celso Amato. Na Câmara, assumem os vereadores Anemília Bello, Baptista Zanitti, Carlos Alberto de Souza, Eduardo Manetta, Hélio Escudero, Ilson José Antoniali, João Batista Santurbano, José Eduardo Bastos, José Roberto Hernandes, José Roberto Vechini, José Ruy Junqueira Andreoli, Luiz Paulo Cobra Monteiro, Mário Aparecido Gusmão, Paulo Sergio Rodrigues, Roque Gervásio, Rubens Paulo de Lima e Sergio Ribeiro ?? 17 no total.














Originalmente estava instalada na rua Marechal Deocoro, na mesma quadra da atual Lojas Cem. Depois mudou-se para a praça 15 de Novembro, 9, adotando dois slogans ?? ??Servir bem para servir sempre? e ??Bem no coração da cidade para melhor servir?.

Teve outros proprietários, mas o que marcou sua história foi o atencioso Quito Cônsolo. Era conhecida como a Farmácia do Quito.

A Farmácia Dias foi uma das mais antigas da cidade. Parte de seu laboratório foi doada ao Museu Rio-Pardense.

 

O ladrão de ceroulas em fuga

O caso do ladrão em fuga, nos anos 1940, causou comoção na cidade toda, certamente por falta de assuntos mais palpitantes. Não havia televisão, rádio era coisa para gente rica...

Escoltado por dois praças, um sujeito ia ser transferido de cadeia, daquela cadeia instalada no térreo do recuperado prédio onde agora está a Biblioteca Municipal, para a cadeia de Casa Branca, talvez, ou para uma penitenciária.

Não se sabe se por falta de algemas ou para não humilhar o coitado, os soldados o deixaram de mãos livres e deram a elas importante tarefa: segurar as calças do pobre diabo. Sim, isso mesmo. Tiraram-lhe o cinto e confiaram no seu sentido de pudor: se ele descuidasse um pouco, as calças se arriavam, porque o cós estava muito folgado. E lá iam os dois praças conduzindo o ladrãozinho pela Rua Saldanha Marinho, rumo à estação da estrada de ferro. Estavam vigilantes até certo ponto, confiantes em si mesmos e na força da lei, cumprimentando este ou aquele sujeito que lhes perguntava sobre o trabalho incomum que realizavam.

De repente, num zás-trás, o ladrão se pôs a correr, rua abaixo. Quando as calças quiseram atrapalhá-lo, ele agiu rápido, livrou-se delas. O soldados gritaram com ele, sacaram as armas e tiveram medo justificado de acertar tiros em pessoas erradas. O ladrão, em ceroulas, atravessou a linha do trem, enveredou pela avenida arborizada, cruzou a ponte do Euclides da Cunha e sumiu lá pelos lados do Santo Antônio, quem sabe escondendo-se naquele morro íngreme, de mato fechado, onde mais tarde se ergueria a estátua do Cristo. 

(Márcio José Lauria em ??Notícias de longes tempos?, 2010


Antiga rua Saldanha Marinho

 

ACONTECEU EM 3 DE JULHO

1908 - Falecimento do capitão Francisco de Assis Nogueira, aos 87 anos. Nascido em Baependi (MG), era filho de Francisco de Assis Nogueira, que chegou a esta região em 1830. A importante e numerosa família comprou terras do primeiro povoador, capitão Alexandre Luís de Melo, e formou a grande fazenda do Pião do Rio Pardo, que ocupava uma grande onde hoje se encontra São José do Rio Pardo. Francisco de Assis Nogueira Filho mudou-se com a família para o Vale do Paranapanema e fundou a cidade de Assis. Há 113 anos.

1963 - O segundo Bispo de São João da Boa Vista, Dom Tomás Vaquero, foi nomeado pelo papa Paulo VI, em 3 de julho de 1963, tendo sido sagrado na Matriz de São José de Mogi Mirim dia 15 de agosto, e tomado posse em São João, no dia 1º de setembro de 1963. Dom Tomás pastoreou a Diocese de 1963 a 1991, vindo a falecer em São João no dia 2 de agosto de 1992. Há 58 anos.

2012 - Inauguração do terminal de ônibus do Vale do Redentor, na praça Dr. João Baptista Ribeiro de Lima, atrás do Centro Comercial, na administração do prefeito João Luís Cunha. Há 9 anos.


O Riopardo - 2020/2025 - Todos direitos reservados