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07/Ago/2021 - 21:48:33
Memória da Cidade, 07 de Agosto de 2021
Redação
EUCLIDIANOS EM TEMPOS DE ALEGRIA - Manoel Roberto Fernandes da Silva, Zina Gicovate, Amélia Franzolin Trevisan e Celinha Franchi da Silva reunidos em 1976 na residência do professor Márcio José Lauria, durante a Semana Euclidiana daquele ano.
S?O JOS? ?? Entre 1999
e 2000 aconteceu uma grande reforma no interior da Igreja Matriz de São José,
sob a coordenção do pároco cônego João Antônio Darcie.
O altar principal foi deslocado para trás, aumentando o espaço para os fiéis na nave principal. A grande imagem do padroeiro São José, localizada num grande nicho foi retirada para limpeza, restauração e nova pintura.
No alto, muitas pessoas mal percebem o tamanho da imagem que tem quase três metros de altura.
Os primeiros cronistas da cidade relatam que na inauguração da capela a imagem de São José era tão pequena que recebeu o apelido de São Juquinha.
Obras de arte no Cemitério
O atual Cemitério Municipal é um museu a céu aberto. Muitas obras que ornamentam os túmulos vieram da Itália, como as estátuas em mármore trazidas para o Jardim Artístico e que hoje se encontram na Praça 15 de Novembro.
Segundo levantamento do historiador Rodolpho José Del Guerra, no cemitério estão obras de grandes mestres escultores, como o italiano A. Fazzi, de Amparo, e Fernando Furlanetto, de São João da Boa Vista. A maioria dos notáveis trabalhos estão na primeira quadra, à direita de quem entra.
Obras em bronze e cimento esparramam-se por toda a área do cemitério. "No quarteirão à esquerda da entrada, pequenos túmulos de anjinhos, imitando berços, com flores e anjos, de mármore e cimento trabalhados, devem ser alvo das atenções, como, também, o manto rendilhado de uma madona no jazigo de Áurea Nogueira, de 1924, e o capacete sobre o ramo de louro de mármore branco do soldado morto na Revolução de 32, Francisco De Simoni, trabalho de Aldo Pucetti & Afarelli", escreveu Del Guerra.
PARA SENHORAS - Propaganda do conhecido Dr. Dorgan, dos anos
1940, publicada em "Resenha". A rua João Pessoa é a atual
Francisquinho Dias.
ACONTECEU EM 7 DE AGOSTO
1888 - Falecimento de Cândido de Faria Morais, um dos beneméritos doadores de três alqueires dos terrenos para o Patrimônio da Capela de São José. Foi sepultado no primeiro cemitério rio-pardense. Os outros doadores foram Antônio Marçal Nogueira de Barros, João José de Souza, Cândido de Miranda Noronha e José Theodoro Nogueira de Noronha.
1930 - Início das providências para a construção do prédio do Grupo Escolar Tarqüínio Cobra que estava funcionando em edifícios alugados desde 1928, ano de sua criação. Conforme a ata da sessão ordinária do dia 7 de agosto de 1930, a Diretoria de Obras Públicas do Estado de São Paulo enviou um ofício requerendo a indicação de "uma área de terreno com espaço que comporte oito salas de aula para nelle ser edificado um edifício destinado ao 2° Grupo Escolar desta cidade. A obra foi iniciada em 1938 e concluída somente em 1941.
1975 - Lançamento, na Casa de Cultura Euclides da Cunha, do livro "A Sociologia de Os Sertões", pelo professor Adelino Brandão. O autor autografou grande número de exemplares para professores e estudantes que na ocasião se preparavam para a Semana Euclidiana