São José do Rio Pardo, ,

04/Dez/2021 - 08:06:58

Memória da Cidade, 04 de Dezembro de 2021

Redação





AE ??  Em 1972, obras da Associação de Ensino, hoje Fundação / FEUC, vistas pela rua Campos Salles. Iniciadas na gestão do prefeito Pereira Dias, se arrastaram por anos..


PREFEITO E VEREADORES ?? Durante a Legislatura 1989/1992, o prefeito Celso Amato, ao centro, com os vereadores Roque Gervásio, José Roberto Vechini, Hélio Escudero e Paulo Sérgio Rodrigues.


EMPRESA FAMILIAR ?? Interior da fábrica Viadana, que funcionava na rua Siqueira Campos, próxima à Igreja São Roque. Distribuía vinhos, aguardente, álcool, vinagre e fabricava (e envasava) refrigerantes.


??O polvo que suga o sangue desta terra!?

(FIGURA)

Pegou fogo a campanha eleitoral de 1955, disputada por Antônio Pereira Dias e dr. João Gabriel Ribeiro. Dr. Zito já havia sido prefeito em 1923 e Pereira Dias disputava a Prefeitura pela primeira vez. Os dois já tinham ocupado cadeira na Câmara.

A chapa de dr. Zito, que tinha Dante Artese como vice, durante a campanha preferiu criticar Dionysio Guedes Barretto, então prefeito que terminava sua legislatura muito bem avaliado pela população, depois de implantar o sistema de tratamento de água e outras obras na cidade, como a construção do prédio que abrigaria as escolas da cidade (Associação de Ensino).

O panfleto eleitoral ao lado mostra um polvo com a inscrição CMR sobre a antiga Prefeitura (hoje Museu). CMR era a Companhia Melhoramentos Riopardense, empresa construtora, que tinha Dionysio como um dos sócios e que prestava serviços para a Prefeitura,

A estratégia não funcionou. Pereira Dias venceu e comandou a Prefeitura entre os anos 1956 e 1954.

Não há como comprovar, mas é bem possível que o autor do desenho tenha sido o professor Germinal Artese, autor de algumas charges muito parecidas publicadas na ??Resenha?.

 

 

Aconteceu em 4 de dezembro

 

1973 - O prédio da Casa de Cultura Euclides da Cunha, onde residiu o escritor durante sua estadia em São José do Rio Pardo, passou a ser considerado patrimônio histórico nesta data, sendo tombado pelo Condephaat. Há 48 anos.

 

2016 - Faleceu em São José, num domingo, dia 4 de dezembro de 2016, aos 86 anos, o professor, escritor, historiador Rodolpho José Del Guerra. Seu sepultamento aconteceu dia 5 de dezembro no Cemitério Municipal, com presença de amigos e admiradores. Professor Márcio José Lauria fez uma homenagem no momento do enterro relembrando passagens da vida de Rodolpho Del Guerra e sua contribuição para a cultura rio-pardense. Há 5 anos.

 

 

DELIVERY DE LENHA


Na década de 1920 nem se imaginava que um dia existiria o fogão a gás, hoje presente em todas as casas. O botijão com o combustível, que passou a ser comercializado no Rio de Janeiro nos anos 1940, demorou muito e muito tempo para chegar até aqui. Naquele tempo os alimentos eram feitos no velho e bom fogão de lenha ou em fogões elétricos disponíveis em poucas casas. Circulavam pela cidade carroceiros que vendiam lenha, avulsa ou por encomenda, que eram estocadas nos quintais. No jornal ??Resenha?, de 25 de julho de 1926, encontramos um comerciante mais moderninho que anotava os pedidos por telefone.


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